Carismatismo

Renovação Carismática Católica (RCC)

‎ ‎ ‎  A Infiltração protestante pentecostal na Igreja pós-Vaticano II.

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I. ORIGENS SUSPEITAS – NASCIDA DO PENTECOSTALISMO PROTESTANTE

Duquesne Weekend (1967) – O “Batismo no Espírito”

Contexto histórico:

Em fevereiro de 1967, na Universidade de Duquesne (Pittsburgh), professores e estudantes católicos participaram de um retiro que iniciou o movimento carismático católico.

Eventos-chave:

Preparação protestante:

  • Grupo havia lido livro “A Cruz e o Punhal” de David Wilkerson (pastor pentecostal)

  • Estudaram “Eles Falam em Outras Línguas” de John Sherrill (sobre pentecostalismo)

  • Foram instruídos por pentecostais protestantes sobre “batismo no Espírito”

O “batismo”:

  • Estudantes católicos receberam imposição de mãos de protestantes pentecostais

  • Experimentaram “glossolalia” (falar em línguas), tremores, quedas

  • Fenômenos idênticos aos cultos pentecostais protestantes

  • NENHUM sacerdote ou teólogo católico envolvido inicialmente

Crítica:

  1. Origem heterodoxa: Nasceu de LIVROS PROTESTANTES e IMPOSIÇÃO DE MÃOS PROTESTANTE, não de tradição católica

  2. Metodologia não-católica: Experiência emocional subjetiva como critério de verdade

  3. Inversão sacramental: “Batismo no Espírito” feito por leigos/protestantes, substituindo Crisma sacramental

  4. Timing suspeito: 1967 = ápice da revolução pós-Vaticano II

Expansão de Notre Dame (1967-1970)

Universidade de Notre Dame tornou-se centro do movimento:

  • Professores como Kevin e Dorothy Ranaghan lideraram expansão

  • Primeiro encontro nacional em 1967

  • Conexões estreitas com pentecostais protestantes (David du Plessis, “Mr. Pentecost”)

Crítica: Universidade católica prestigiosa legitimou movimento de origem protestante, confundindo fiéis.

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II. DOUTRINAS E PRÁTICAS HERÉTICAS/HETERODOXAS

1. “Batismo no Espírito Santo” – Negação da Crisma

Ensino carismático:

A RCC ensina que há experiência pós-batismal chamada “batismo no Espírito” onde:

  • Pessoa “libera” ou “atualiza” graças do Batismo/Crisma

  • Recebe “nova efusão” do Espírito Santo

  • Manifesta carismas (línguas, profecias, curas)

  • É momento de “conversão verdadeira”

Crítica:

A. CONTRADIZ TEOLOGIA SACRAMENTAL

Concílio de Trento (Sessão VII, Cânone 9): “Se alguém disser que nos três sacramentos [Batismo, Confirmação, Ordem] não se imprime caráter na alma… seja anátema.”

Santo Tomás de Aquino (Suma Teológica III, q.72): “A Confirmação é para o fortalecimento espiritual… dá-se o Espírito Santo para a força.”

Argumento tradicionalista:

  1. No Batismo recebemos Espírito Santo pela primeira vez (Rm 8:9)

  2. Na Crisma/Confirmação recebemos plenitude dos dons do Espírito

  3. Estes sacramentos IMPRIMEM CARÁTER indelével

  4. Dizer que precisa “batismo no Espírito” posterior é:

    • Negar eficácia dos sacramentos

    • Implicar que Batismo/Crisma são insuficientes

    • Heresia sacramental

Papa Leão XIII, Divinum Illud Munus (1897): “Pelo Batismo… o cristão é configurado a Cristo… Pela Confirmação os fiéis são aperfeiçoados espiritualmente e dotados de força especial do Espírito Santo.”

B. SUBJETIVISMO PROTESTANTE

Pentecostalismo protestante ensina “batismo no Espírito” porque:

  • Nega eficácia ex opere operato dos sacramentos

  • Baseia-se em experiência subjetiva como prova

  • Salvação é sentimento/experiência, não graça objetiva

RCC IMPORTOU ESTE ERRO para dentro da Igreja.

C. MECANISMO LEIGO/EXTRA-SACRAMENTAL

“Batismo no Espírito” carismático:

  • É feito por leigos (não sacerdotes)

  • Através de imposição de mãos não-sacramental

  • Em reuniões de oração (não liturgia)

  • Com efeitos extraordinários (línguas, quedas)

Crítica: Isto cria sacramento paralelo, ministrado fora da hierarquia, com critério de validação emocional. É protestantização completa.

2. Glossolalia – “Falar em Línguas”

Prática carismática:

Membros da RCC “falam em línguas” – sons incompreensíveis, balbucio extático, considerado “oração no Espírito”.

Problemas teológicos gravíssimos:

A. NÃO É DOM DE LÍNGUAS BÍBLICO

Atos 2:4-11: No Pentecostes, apóstolos falaram em IDIOMAS REAIS que estrangeiros ENTENDERAM: “partos, medos, elamitas… os ouvimos falar em nossas próprias línguas as maravilhas de Deus.”

1 Coríntios 14: São Paulo regula dom de línguas:

  • Deve haver intérprete (v.27-28)

  • Deve edificar a Igreja (v.12)

  • Não deve causar confusão (v.33)

  • “Prefiro cinco palavras com entendimento que dez mil em língua” (v.19)

Glossolalia carismática moderna:

  • Sons incompreensíveis (não idiomas)

  • SEM intérprete

  • Babel confusa

  • Auto-edificação emocional

Conclusão: NÃO é dom apostólico, mas imitação carnal ou diabólica.

B. EVIDÊNCIA CIENTÍFICA

Estudos linguísticos de glossolalia carismática:

  • Não possui estrutura sintática de idiomas reais

  • Padrões repetitivos e limitados

  • Psicologicamente induzível (por sugestão/pressão grupal)

  • Idêntico em carismáticos católicos, protestantes, mórmons, até pagãos em transes

Dr. William Samarin (linguista): “A glossolalia não é linguagem… é apenas sons vocais.”

Crítica: Se fenômeno idêntico ocorre em seitas falsas e rituais pagãos, não pode ser do Espírito Santo.

C. TEOLOGIA PATRÍSTICA SOBRE DOM DE LÍNGUAS

Santo Agostinho (Homilia sobre 1 João): “O dom de línguas era sinal para os primeiros tempos… Com a pregação do Evangelho a todas as nações, este sinal cessou.”

São João Crisóstomo: “Este dom de línguas e outros milagres extraordinários cessaram… foram dados para estabelecer a Igreja.”

Posição tradicional: Dons extraordinários (línguas, milagres espetaculares) eram para era apostólica. Sua reivindicação hoje é presunção ou engano.

D. PERIGO DE POSSESSÃO DIABÓLICA

Padres exorcistas advertem:

  • Abertura a “espíritos” sem discernimento é porta para demônios

  • Glossolalia pode ser manifestação demoníaca imitando dom divino

  • Casos documentados de possessões começando em reuniões carismáticas

Pe. Gabriele Amorth (exorcista-chefe de Roma): Alertou sobre perigos espirituais de certas práticas carismáticas, especialmente quando envolvem estados alterados de consciência.

3. “Profecias” – Falsos Profetas

Prática RCC:

Membros “profetizam” em reuniões – mensagens espontâneas alegadamente do Espírito Santo, frequentemente em primeira pessoa (“Eu, o Senhor, vos digo…”).

Problemas:

A. REVELAÇÃO PÚBLICA ENCERROU

Concílio Vaticano I, Dei Filius (1870): A revelação pública foi completada com morte do último apóstolo.

Catecismo tradicional: Depósito da fé foi encerrado – nada pode ser acrescentado.

“Profecias” carismáticas:

  • Apresentam-se como palavras diretas de Deus

  • Pretendem guiar Igreja/comunidade

  • Adicionam ao que está na Escritura e Tradição

Crítica: Isto é continuacionismo protestante – heresia de que revelação continua.

B. FALSAS PROFECIAS ABUNDANTES

Mateus 7:15-20: “Guardai-vos dos falsos profetas… pelos seus frutos os conhecereis.”

Deuteronômio 18:22: “Quando profeta falar e palavra não se cumprir… o profeta falou presunçosamente.”

Realidade das “profecias” carismáticas:

  • Vagas e genéricas (“Deus ama vocês”, “tempos difíceis virão”)

  • Quando específicas, frequentemente erradas

  • Nunca submetidas a teste rigoroso de Dt 18:22

  • Ninguém é apedrejado por falsa profecia (como Antigo Testamento mandava)

Crítica: 99% são emotivismo psicológico; 1% pode ser inspiração diabólica.

C. USURPAÇÃO DO MAGISTÉRIO

Igreja Católica possui Magistério infalível (Papa e bispos) para ensinar.

“Profecias” carismáticas:

  • Leigos (inclusive mulheres) “profetizam” com autoridade

  • Comunidade aceita como palavra de Deus

  • Cria magistério paralelo, subjetivo, não-hierárquico

Crítica: Isto é protestantismo puro – sacerdócio universal, revelação individual, rejeição de mediação hierárquica.

4. “Curas” – Charlatanismo e Ilusão

Práticas RCC:

“Missas de cura”, “sessões de cura”, imposição de mãos para curas físicas/espirituais.

Problemas:

A. IMITAÇÃO DE TELEVANGELISTAS PROTESTANTES

Métodos idênticos a:

  • Benny Hinn (pentecostal fraudulento)

  • Kenneth Hagin (palavra da fé/prosperidade)

  • Oral Roberts (curandeiro protestante)

Características comuns:

  • Música emotiva para criar atmosfera

  • Testemunhos exagerados ou inventados

  • Pressão psicológica (“se não foi curado, falta fé”)

  • Nenhuma verificação médica séria

B. AUSÊNCIA DE PROCESSO CANÔNICO

Igreja tradicional e milagres:

Processo rigorosíssimo para reconhecer milagre:

  • Investigação médica exaustiva

  • Comissão de especialistas

  • Anos de análise

  • Exclusão de explicações naturais

  • Apenas em Lourdes: 7.000+ alegações, apenas 70 reconhecidas após séculos

“Curas” carismáticas:

  • Anunciadas imediatamente

  • Sem verificação médica

  • Baseadas em testemunho emocional

  • “Curas” de doenças psicossomáticas ou invisíveis

  • Frequentemente: “curados” recaem depois

Crítica: Mentiras piedosas ou auto-engano, não milagres.

C. TEOLOGIA DA CURA DISTORCIDA

Heresia “Nome e Reclame” (Word of Faith):

Ensina que cristão fiel não deve ficar doente; doença é sempre falta de fé.

Infiltração na RCC:

Muitos pregadores carismáticos católicos absorveram isto:

  • “Reivindique sua cura!”

  • “Deus quer que todos sejam curados agora!”

  • Culpam doentes por “falta de fé”

Ortodoxia católica:

  • Sofrimento tem valor redentor (Col 1:24)

  • Santos frequentemente doentes (São Paulo – espinho na carne)

  • Cruz é caminho de salvação

  • Deus permite sofrimento para santificação

São João da Cruz, Santa Teresinha: Santos mais próximos de Deus sofreram terrivelmente.

Crítica: Teologia da cura carismática é materialismo espiritual, não catolicismo da Cruz.

5. “Repouso no Espírito” (Slain in the Spirit)

Prática:

Pessoas caem no chão durante imposição de mãos, ficam em transe, alegadamente pelo poder do Espírito.

Análise tradicionalista:

A. AUSENTE NA TRADIÇÃO

  • Nenhum santo da Tradição caiu assim em reuniões de oração

  • Êxtases místicos de santos ocorriam em oração solitária profunda, não shows públicos

  • Santa Teresa d’Ávila levitava em êxtase, mas era rara exceção e ela ENVERGONHAVA-SE

  • São Padre Pio tinha estigmas, mas em silêncio e sofrimento, não espetáculo

B. PRESENTE NO OCULTISMO

Fenômeno idêntico ocorre em:

  • Sessões espíritas (médiuns caem em transe)

  • Candomblé (possessão por orixás)

  • Xamanismo (transes xamânicos)

  • Hipnose coletiva

  • Histeria de massa

Crítica: Se mesmo fenômeno ocorre em cultos diabólicos, não pode ser do Espírito Santo.

C. EXPLICAÇÃO PSICOLÓGICA

Psicólogos documentaram:

  • Poder da sugestão em ambiente grupal

  • Expectativa social (“todos estão caindo, devo cair também”)

  • Pressão do pregador (“receba!”)

  • Música/atmosfera induzindo estado alterado

  • Empurrões sutis (documentados em vídeos de pregadores protestantes)

D. FRUTOS RUINS

Mateus 7:16: “Pelos frutos os conhecereis”

Após “repouso no Espírito”:

  • Pessoas não se tornam mais santas

  • Vícios não desaparecem

  • Conversões profundas raramente persistem

  • Alto emocional seguido de vazio espiritual

Comparação: Santos após verdadeiros êxtases transformavam-se radicalmente, abandonavam mundo, mortificavam-se. Carismáticos continuam vidas mediocres.

6. Liturgia Abusiva e Irreverente

Práticas comuns na RCC:

Durante Missa:

  • Palmas durante cânticos

  • Braços erguidos (“louvor pentecostal”)

  • Movimentos corporais, danças

  • Música pop/rock “católica”

  • “Profecias” e “línguas” durante liturgia

  • Barulho, emotivismo

Crítica tradicionalista:

A. VIOLAÇÃO DA SACRALIDADE

Papa São Pio X, Tra le Sollecitudini (1903): “A música sacra… deve ser santa… deve ser arte verdadeira… deve ser universal [não particular de seitas].”

Instrução Musicam Sacram (mesmo pós-Vaticano II, 1967): “Instrumentos musicais podem ser úteis, mas nunca devem obscurecer canto ou causar desordem.”

Missas carismáticas:

  • Guitarras, baterias, instrumentos populares

  • Volume ensurdecedor

  • Cânticos emotivos, não orações

  • Transformam Missa em show

B. IMITAÇÃO DE CULTO PROTESTANTE

Missa carismática é indistinguível de culto evangélico pentecostal:

  • Mesmo estilo musical

  • Mesma gesticulação

  • Mesmo emotivismo

  • Mesma atmosfera de “revival”

Única diferença: Presença do sacerdote consagrando (mas obscurecida pelo circo).

Crítica: Isto NÃO É CATÓLICO. É protestantismo com hóstia consagrada.

C. DESPREZO PELA TRADIÇÃO LITÚRGICA

Concílio de Trento codificou Missa com:

  • Silêncio e reverência

  • Gestos precisos e sagrados

  • Música gregoriana

  • Concentração no Sacrifício

  • Nenhum espaço para emotivismo

RCC rejeita tudo isto em favor de “espontaneidade do Espírito”.

Crítica: Espírito Santo inspirou liturgia tradicional por séculos. Agora inspira barulho e confusão? IMPOSSÍVEL. “Deus não é Deus de confusão” (1 Cor 14:33).

7. Falso Ecumenismo e Sincretismo

Prática RCC:

Encontros ecumênicos com pentecostais protestantes, compartilhamento de pregadores, “unidade no Espírito”.

Problema:

A. COMUNHÃO COM HEREGES

Papa Pio XI, Mortalium Animos (1928):

“Iniciativas [ecumênicas] não podem ser aprovadas por católicos… Patrocinadas por aqueles que negam a Igreja de Cristo ser una… Falsa religião, completamente alheia à verdade.”

RCC faz exatamente isto:

  • Convida pastores pentecostais para pregar

  • Participa de “conferências do Espírito” com protestantes

  • Trata hereges como “irmãos no Espírito”

B. DOUTRINA DA UNIDADE FALSA

RCC promove: “Somos todos um no Espírito, diferenças doutrinárias são secundárias.”

Ortodoxia católica:

  • FORA da Igreja não há salvação

  • Protestantes estão em heresia objetiva

  • Unidade SÓ pode vir com conversão deles ao catolicismo

  • Diferenças doutrinárias (Eucaristia, sacerdócio, salvação) são ABSOLUTAS

Crítica: RCC nega implicitamente dogmas católicos ao fraternizar com quem os nega.

C. CONFIRMAÇÃO PELOS PROTESTANTES

Pentecostais protestantes APROVAM RCC:

David du Plessis (líder pentecostal): “Renovação Carismática Católica é obra do mesmo Espírito que opera em nós pentecostais.”

Crítica tradicionalista: Se hereges aprovam, É PORQUE NÃO É CATÓLICO. Verdadeiro movimento católico seria CONDENADO por protestantes, não celebrado.

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III. FRUTOS PODRES DO MOVIMENTO

1. Abandono da Doutrina

Realidade estatística:

Membros da RCC frequentemente:

  • Ignoram doutrina dogmática

  • Não conhecem Catecismo

  • Baseiam fé em “experiências”, não verdades

  • Relativizam dogmas (“o que importa é amor/Espírito”)

Testemunhos:

  • RCC raramente ensina transubstanciação, pecado mortal, inferno, necessidade de confissão

  • Ênfase total em “louvor” e “experiência”

  • Catequese substituída por “partilhas” emocionais

Crítica: GNOSTICISMO moderno – salvação por experiência mística, não adesão à verdade revelada.

2. Superficialidade Espiritual

Comparação:

Espiritualidade tradicional:

  • Meditação profunda

  • Exame de consciência rigoroso

  • Mortificação

  • Oração mental contemplativa

  • Leitura dos santos (João da Cruz, Teresa d’Ávila)

  • Crescimento lento e doloroso em virtude

Espiritualidade carismática:

  • Música emotiva

  • “Alto” emocional

  • Nenhuma mortificação (vista como “legalismo”)

  • Oração espontânea ruidosa

  • Leitura de livros pop de auto-ajuda espiritual

  • Busca de experiências extraordinárias

Fruto: Gerações de católicos INFANTIS espiritualmente, dependentes de estímulos emocionais, incapazes de ascese.

3. Perda de Vocações Sólidas

Seminaristas formados em ambiente carismático:

  • Liturgia irreverente

  • Teologia fraca

  • Ênfase em carismas extraordinários vs. virtudes ordinárias

  • Sacerdócio visto como “ministério de louvor”, não oferta do Sacrifício

Resultado: Padres pós-Vaticano II medíocres, efeminados, incapazes de confrontar heresia ou defender doutrina.

Comparação: Padres formados tradicionalmente (pré-Vaticano II) = guerreiros da fé. Padres carismáticos = animadores de auditório.

4. Divisão nas Paróquias

RCC cria facções dentro de paróquias:

  • “Grupo de oração” vs. resto dos fiéis

  • Mentalidade de elite (“nós temos batismo no Espírito, vocês não”)

  • Liturgia paralela (grupos têm “sua” Missa diferente)

  • Desdém por católicos “tradicionais” (vistos como “mortos”, “sem Espírito”)

Crítica: Isto é sectarismo, não catolicidade universal.

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IV. APROVAÇÃO HIERÁRQUICA – PROVA DA APOSTASIA PÓS-VATICANO II

Apoio dos “Papas” Conciliares

Paulo VI:

  • Recebeu líderes carismáticos (1975)

  • Chamou movimento de “chance para a Igreja”

  • NÃO CONDENOU seus erros

João Paulo II:

  • Participou de reuniões carismáticas

  • Permitiu crescimento descontrolado

  • Em 1998: “Movimento é obra do Espírito Santo”

Bento XVI:

  • Continuou apoio

  • Nunca corrigiu abusos litúrgicos

Francisco:

  • Entusiasta da RCC

  • Participa de eventos carismáticos regularmente

  • Promove pregadores carismáticos

Argumento tradicionalista/sedevacantista:

Esta aprovação PROVA que hierarquia pós-Vaticano II está em apostasia:

  1. RCC é claramente protestante em espírito

  2. Contém heresias e práticas supersticiosas

  3. Viola liturgia tradicional

  4. “Papas” a aprovam e promovem

  5. CONCLUSÃO: Não podem ser verdadeiros papas – verdadeiro papa condenaria isto imediatamente

Comparação histórica:

  • São Pio X condenou MODERNISMO incipiente com máxima severidade

  • Pio XII advertiu contra experimentações litúrgicas

  • Papas pré-Vaticano II teriam ANATEMATIZADO RCC

“Papas” pós-Vaticano II a promovem = prova de ilegitimidade.

V. CONEXÕES COM OUTRAS HERESIAS MODERNAS

1. Medjugorje

Fato: Maioria dos envolvidos em “aparições” de Medjugorje são CARISMÁTICOS.

Características comuns:

  • Emotivismo

  • Mensagens vagas e repetitivas

  • Desobediência episcopal (bispo local condena)

  • Fenômenos extraordinários não verificados

  • Comercialização

Crítica: RCC predispõe a falsas aparições e misticismo não-católico.

2. Comunidades “Novas”

RCC gerou comunidades como:

  • Canção Nova (Brasil)

  • Comunidade Shalom

  • Comunidade Católica Pantokrator

Problemas:

  • Controle psicológico de membros

  • Teologia carismática heterodoxa

  • Abuso de autoridade

  • Escândalos financeiros e morais

  • Culto de personalidade a fundadores

Crítica: Estruturas sectárias, não católicas.

3. “Catolicismo” de Experiência vs. Doutrina

RCC contribuiu para APOSTASIA DOUTRINAL geral:

  • Fé baseada em sentimento, não verdade

  • Relativismo (“cada um tem sua experiência do Espírito”)

  • Rejeição de dogmas “negativos” (inferno, condenação)

  • Ênfase exclusiva em “amor” sem justiça

Resultado: Gerações que se dizem católicas mas rejeitam moral sexual, presença real, confissão, etc.

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VI. COMPARAÇÃO COM ANGLICANISMO – ANALOGIA PERFEITA

Anglicanismo = Catolicismo + Protestantismo

Características anglicanas:

  • Mantém estrutura episcopal

  • Mantém liturgia (modificada)

  • Mantém aparência de catolicismo

  • MAS: Doutrina protestante, nega transubstanciação, sacerdócio sacramental, autoridade papal

RCC = Catolicismo Nominal + Pentecostalismo

Características RCC:

  • Mantém participação nos sacramentos (formalmente)

  • Mantém presença em Missa (barulhenta)

  • Mantém nome “católico”

  • MAS: Prática protestante, emotivismo pentecostal, teologia continuacionista, liturgia dessacralizada

Analogia perfeita:

Assim como anglicanismo é protestantismo com aparência católica, RCC é pentecostalismo com rótulo católico.

Em ambos casos:

  • Substância = herética

  • Forma = superficialmente católica

  • Função = enganar fiéis e destruir por dentro

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VII. PERSPECTIVA TRADICIONAL NATURAL

RCC como Instrumento da Sinagoga de Satanás

Tese conspiracionista extrema:

  1. Maçonaria/Judaísmo infiltrou Vaticano II

  2. Objetivo: Destruir catolicismo tradicional

  3. Método: Protestantizar Igreja por dentro

  4. RCC foi lançada estrategicamente (1967) para:

    • Absorver energia de jovens católicos

    • Canalizar fervor religioso para emotivismo estéril

    • Impedir retorno ao tradicionalismo

    • Criar geração de católicos “carismáticos” = protestantes funcionais

“Prova”: Conexões de fundadores com ecumenismo, aprovação de maçons e protestantes, timing perfeito pós-Vaticano II.

RCC como Prelúdio da Religião Mundial Única

Apocalipse 13 – Falso Profeta prepara religião do Anticristo.

Argumento:

  • RCC ensina “unidade no Espírito” sem conversão doutrinária

  • Promove fraternização com hereges

  • Minimiza diferenças dogmáticas

  • Preparação para Igreja Mundial onde “todos são um” sob Anticristo

  • Francisco (que promove RCC) também promove fraternidade universal em Abu Dhabi

Conclusão apocalíptica: RCC é fermento de religião sincretista do fim dos tempos.

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VIII. CONCLUSÃO

RCC É INCOMPATÍVEL COM CATOLICISMO DE TODOS OS TEMPOS

Resumo das incompatibilidades:

CATOLICISMO TRADICIONALRCC
Fé = adesão a dogmas reveladosFé = experiência emocional
Sacramentos = meios objetivos de graça“Batismo no Espírito” subjetivo
Liturgia = sacrifício sagrado, reverenteLiturgia = show emotivo
Dons extraordinários cessaramDons extraordinários normais
Ecumenismo = conversão dos heregesEcumenismo = fraternidade sem conversão
Santidade = Cruz, mortificaçãoSantidade = “alto” emocional
Autoridade = Magistério infalívelAutoridade = “profetas” leigos
Tradição dos PadresNovidade protestante de 1967

Veredicto final tradicionalista:

RCC NÃO É movimento católico. É:

  • Seita protestante com máscara católica

  • Cavalo de Tróia do protestantismo/pentecostalismo

  • Fermento de apostasia

  • Abominação modernista

  • Sinal da Grande Apostasia profetizada

Chamado:

Católicos tradicionais devem:

  1. REJEITAR completamente a RCC

  2. ADVERTIR sobre seus perigos

  3. RETORNAR à espiritualidade tradicional (rosário, adoração silenciosa, meditação, mortificação)

  4. RECONHECER que aprovação pela hierarquia pós-Vaticano II não valida, mas condena

Citação resumindo:

“A Renovação Carismática Católica é para o catolicismo o que o anglicanismo foi para a Inglaterra: destruição doutrinal sob verniz de continuidade. É protestantismo pentecostal batizado com água benta. É a quintessência da apostasia pós-Vaticano II – experiência sem verdade, entusiasmo sem doutrina, barulho sem santidade.”

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